A população pede uma resposta do prefeito Rosano Taveira para que reabra a academia. Será que só nesta academia a população vai se contaminar com a Covid-19, outra bactéria ou doença? Acredito que não.
Mudanças houveram por todos estes anos, tais como a construção da pista asfaltada, assim também a plantação de palmeiras que de imediato os vândalos derrubaram todas, e consequentemente em outra época o ex-prefeito Maurício Marques fez a revitalização da mesma com a plantação de novas palmeiras que permanecem até hoje.
Eu particularmente caminho de segunda
a sexta na companhia de alguns amigos e posso afirmar que em parte estou
satisfeito com a pista de caminhada que antes um dia era apenas areia e mato,
sem falar que não havia segurança alguma devido à proximidade com a BR 101, mas
desde a construção do viaduto e da marginal, o DNIT instalou a proteção de
ferro tido como guarde-rei, o qual trouxe mais segurança para os praticantes
das caminhadas, corridas e o uso da academia da melhor idade.
Falando em academia da melhor idade, quero chamar a atenção
do poder público, principalmente do executivo municipal, pois já passei em algumas
praças e lá pude observar que as academias de diversas localidades estão
abertas, não fechadas com tapumes como está a localizada na Cohabinal. Então eu
pergunto ao senhor prefeito: Por que ainda está fechada? Por que? Já que as
demais estão abertas e livres para o manuseio dos que lá possam utilizarem. Por
que a da Cohabinal, justamente onde fica o caminhodromo mais usado pela
população do bairro e de outras localidades que se deslocam para este local continua
fechada?
Nas segundas, quartas e sextas-feiras há uma grande aglomeração de pessoas no espaço ‘Se Cuida Parnamirim’ que mesmo com o uso da máscara, não deveria haver aglomeração, mas já que está liberado este espaço, assim como em outras localidades de Parnamirim, então a pergunta que não quer calar: Por que? Por quê a academia ainda está fechada?
A população pede que a academia reabra e que o senhor
prefeito Taveira construa quiosques ao longo do calçadão, além de
disponibilizar de ambulância no local, ou até algum profissional de saúde numa
tenda, pois como já é de conhecimento de muitos, nesse caminhodromo tivemos
alguns sinistros, como até mortes de pessoas por parada cardíaca, e com a
presença de um profissional, a população ficaria bastante agradecida por esta reivindicação
de grande importância para todos. Vale lembrar que não há um banheiro químico
se quer em todo o prolongamento num raio de 500 metros e que a população
carece, e muito, principalmente as mulheres.
Estou aqui chamando a atenção do poder público devido me
dispor a ser uma voz para aqueles que caminham juntamente comigo diariamente e
sempre perguntam, questionam, opinam e até se sentem desprotegidos com os
poderes da cidade, no que diz respeito ao caminhodromo, então resolvi através
deste texto expor as reivindicações e clamor daqueles que não tem voz, coragem
de falar ou pedir a devida atenção como cidadãos parnamirinenses, pois algo que
não citei, exponho agora.
Houve uma revitalização recentemente na pista de caminhada, porém o serviço foi feito como um quebra galho, pois as rachaduras ainda permanecem no local e as secretarias responsáveis pela obra de restauração não observaram a conclusão da mesma ou até viram, mas deixaram para lá, exatamente porque nenhum deles caminham no local, então vai ficar assim mesmo, depois se faz um aditivo para se concluir a obra e tudo se resolve.
Não é bem assim que
deveria ser feito o devido serviço, mas oferecer um trabalho brilhando e digno,
esse sim é plausível, mas começar e deixar como está, assim não dá senhores
secretários da SEMSUR, SEMOP e senhor prefeito Rosano Taveira.
Vamos fazer o serviço direito, completo e bem feito para que
a população aplauda suas ações em benfeitorias e oferecendo mais qualidade de
vida aos parnamirinenses e assim os que passarem por este local vão se admirar com tanta beleza o serviço prestado do poder público, já que o caminhodromo é uma porta de entrada da cidade Trampolim da Vitória.
Fotos: Geilson Souto, Marcondes Oliveira e divulgação











